Raro versus Antigo – Blog Koleções

Participação da Patti Toys na matéria do Blog Koleções.

José Luís, conhecido como Zé Fusca (à esquerda) e Marcelo Patti, proprietário da Patti Toys (Foto: tarcilaz)

José Luís, conhecido como Zé Fusca (à esquerda) e Marcelo Patti, proprietário da Patti Toys (Foto: tarcilaz)

Link da matéria: http://blog.kolecoes.com.br/2010/07/raro-versus-antigo/

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Comemoração dos 25 anos da Patti Toys

Comemoração dos 25 anos da Patti Toys, realizada no restaurante Super Grill Express do Shopping Light no Centro de São Paulo, no dia 22 de março de 2014. Reuniu familiares, amigos e colecionadores, numa agradável confraternização.
Marcelo Patti, comemoração dos 25 anos da Patti Toys

Marcelo Patti, comemoração dos 25 anos da Patti Toys.

Marcelo Patti, Izilda Patti e amigos.

Marcelo Patti, Izilda Patti e amigos.

Sabrina, Celestino Silva, Henrique Purgailis, Marcelo Patti, Izilda Patti e Rosana.

Sabrina, Celestino Silva, Henrique Purgailis, Marcelo Patti, Izilda Patti e Rosana.

Marcelo Patti, Jorge Ventura e Carlos Roberto

Marcelo Patti, Jorge Ventura e Carlos Roberto.

Marcelo Patti, Jorge Ventura (de boné) e amigos.

Marcelo Patti, Jorge Ventura (de boné) e amigos.

Marcelo Patti e comerciantes amigos.

Marcelo Patti e comerciantes amigos.

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Marcelo Patti: há 25 anos levando a sério a “criança” que existe dentro de nós.

Por Jorge Ventura

Muito já se leu e se escreveu sobre a história do colecionismo no Brasil e no mundo. Convém sublinhar, portanto, caro leitor (a), que, neste artigo, devo destacar o trabalho daquele que faz do colecionismo uma história de vida a ser contada.

Mesmo para os não-aficionados, é sabido que desde os anos 1980, o colecionista (ou popularmente conhecido como colecionador) vem assumindo um papel de suma importância na preservação da memória artístico-cultural do país.

Ainda que distante do merecido reconhecimento, como nos EUA e na Europa – onde se encontram catálogos especializados, álbuns, cadernos, guias, além de espaços destinados à exposição de peças e artigos raros, como feiras, museus e salões de convenções – o colecionista brasileiro vem aos poucos tomando o seu lugar.

Vale lembrar que, invariavelmente, quando se ouve o verbo colecionar, associa-se logo ao ofício de montar e estudar coleções, a que temos, por exemplo, como tradicionais: selo (filatelia), arte (telas, esculturas, figurinos, mobílias, louças, vitrais e prataria), moedas (numismática), filmes, vídeos em diversos formatos, vinis, CDs, chaveiros, brasões, copos, latas, garrafas, cartões telefônicos (telecartofilia), materiais esportivos, promocionais e antiguidades gráficas (cartazes, pôsteres, rótulos, jornais, livros, revistas, postais, revistas em quadrinhos etc).

Mas no âmbito nacional, um segmento em ascensão é o de brinquedos e jogos antigos.

Artefatos que, historicamente, exercem fascínio não apenas sobre as crianças, como também os adultos. Segundo os pedagogos, além da função lúdica, podem ser usados no desenvolvimento e na educação da criança, estimulando sua capacidade de raciocínio e auxiliar, em casos de tratamento (ludoterapia), aquelas com problemas emocionais ou que apresentam distúrbios de comportamento ou baixo rendimento escolar.

E por que será que ainda despertam o interesse dos marmanjos? Carência afetiva? Infância perdida? Não creio. Por eu fazer parte deste rol de colecionistas, ouso a responder em nome deles: justamente por cultivarmos o amor a um passado feliz e termos vivido uma infância maravilhosa é que buscamos resgatar e/ou conservar a criança que existe dentro de nós.

E considerando os avanços gradativos, em que é nodal até a crescente participação da mulher, como colecionadora, chamo a atenção para a tarefa verdadeiramente hercúlea do profissional que torna possível o contato e o convívio de pessoas com outras pessoas, fomentando amizades e ampliando o círculo de relacionamento para a compra, a venda e a troca de objetos: o comerciante.

Atendo-me, especialmente, à trajetória do amigo Marcelo Patti, que acaba de completar 25 anos de carreira, dedicados, de modo ininterrupto, ao comércio de brinquedos antigos em geral.

De uma humildade não subserviente e sincera; coerente com suas ideias e ideais; e fiel aos seus princípios éticos; guarda em seu íntimo o “menino-sonhador”, de que tanto se orgulha. E não é para menos.  Sabe – também como colecionista – que o ato de colecionar brinquedos antigos mantém acesa a chama da infância. A mesma infância a que me referi. Aquela jamais esquecida, cultuada, atemporal e inexorável.  Com sensibilidade apurada, Patti rende-se muito mais a uma atividade de reminiscência.

O tema volta e meia é lembrado e celebrado em eventos e espetáculos. Em 2005, a exposição “A História dos Brinquedos”, de Flávio Pacheco, ganhou os saguões do CCBB (Centro Cultural do Banco do Brasil), no Rio e em São Paulo. Patti não fez por menos: realizou, no mesmo ano, no Bar do Thomás, em Taquaritinga, cidade do interior paulista, uma exposição exclusivamente com sua coleção; vindo a dividir espaço, em 2006, com Alfredo Galati; e, em 2007, com Alfredo Galati e Henrique Purgailis (Gepeto).

No Rio, a Expo/Feira itinerante que circula por diversos shoppings, organizada por Rogério Barbosa, vem atraindo, desde 2012, um grande número de curiosos, crianças e “crianças grandes”. No Carnaval de 2014, a escola de samba carioca Unidos da Ilha do Governador levou para a avenida o enredo “É brinquedo, é brincadeira; a Ilha vai levantar poeira”, agitando a plateia, que foi persuadida pelo universo encantado da imaginação.

E imaginação é o que não falta a Patti em sua história de dedicação. Conheci-o no ano de 1998, na Feira de Antiguidades do MASP, enquanto conversava com outro comerciante, Sérgio Campos. Na ocasião, fui apresentado a ele, e, pelo que sei, até hoje, nunca pisou em terras que não fossem prósperas. Sua conduta sempre foi correta e seu nome transformou-se em uma referência.

Formado em matemática, ex-professor, tendo largado o magistério para lançar-se à sorte no comércio de brinquedos antigos, encontrou, ainda que inconscientemente, o caminho do meio, o equilíbrio. Equilíbrio composto de atitude, razão e emoção. Tríade de vida aliada à coragem e ao coração, que, tendo as mesmas raízes, significam quase a mesma coisa.

Sereno e bastante educado, tem o dom de agregar pessoas e até mesmo de aglutinar os pensamentos mais díspares, em função de algo maior: a paixão por brinquedos.

Outra faceta deste “menino-sonhador” é a de empreendedor. Chegou à Galeria Itapetininga de Brinquedos Antigos, no centro de São Paulo, em dezembro de 2001, convidado por Roberto Gregori. Àquela época, o ponto era divulgado pelo seu fundador, Gilberto Campos, grande especialista no assunto e considerado um dos pioneiros no ramo. O tempo passou e Patti conseguiu, com sua simplicidade e perseverança, conquistar a confiança dos próprios concorrentes e ampliar os horizontes, contribuindo para que o local se tornasse um point de sucesso.  Todos os que participaram do início da Galeria, direta ou indiretamente, deixaram escrita uma linda história.

A partir de 2003, então, passamos a estreitar a nossa relação amistosa e comercial. Tanto que ele marcou presença, em 2006, no lançamento do meu livro “Sock! Pow!Crash! – 40 Anos da série Batman da TV”, na Saraiva Mega Store do MorumbiShopping. E no ano seguinte, em retribuição ao meu convite, deu-me a oportunidade para um novo lançamento na Galeria. Com o seu carisma, provocou um encontro memorável entre amigos colecionistas, membros de fã-clubes e batmaníacos de carteirinha.

Jamais me esquecerei desta sua iniciativa e generosidade. E tenho certeza de que, ao longo dos anos, para além da esfera dos negócios e da admiração por brinquedos antigos, alicerçamos uma amizade, cada vez mais sólida, baseando-se, sobretudo, no respeito e na admiração mútua. Parabéns, Patti. Porque comemorar 25 anos de profissão não é brincadeira, na verdade, é o resultado de uma labuta diária, levada a sério, e motivo de muita honra.

Jorge Ventura é poeta, escritor, ator, jornalista e publicitário. Autor de “Turbilhão de Símbolos”, “Surreal Semelhante” e “Faca de Ponta, Fogo de Palha” (Poesia); e “Sock! Pow! Crash! – 40 Anos da série Batman da TV” (Estudo jornalístico).

 

Link direto para a matéria no Blog Koleções: http://blog.kolecoes.com.br/2014/03/marcelo-patti-ha-25-anos-levando-a-serio-a-crianca-que-existe-dentro-de-nos/

 

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Visita do fotógrafo João Fucci

A Patti Toys recebeu a visita de um amigo e conterrâneo de Taquaritinga, o fotógrafo João Fucci.

Foto de João Fucci com itens de Taquaritinga na sala da Patti Toys

Foto de João Fucci com itens de Taquaritinga na sala da Patti Toys

 

O fotógrafo JOÃO FUCCI, montou uma cena com a camisa e flâmula do Clube Atlético Taquaritinga, mais conhecido como CAT ou tricolor da Araraquarense. Na foto, também está presente o refrigerante caçulinha de vidro da marca Guaraná Ideal. Empresa que completou 99 anos de vida e deu muitas alegrias para várias gerações.

 

Foto de Marcelo Patti por João Fucci,

Marcelo Patti / Foto: João Fucci,

Marcelo Patti com dois palhaços de sua coleção, vestindo a camiseta da marca OTRA – VIDA em apoio ao amigo ALEMÃO, idealizador da marca e que faz muito sucesso pelo Brasil afora.

Marcelo Patti tem 54 anos e trabalha com colecionismo há 27 anos, metade da sua vida. Sempre acreditou na história, o que fica são as recordações. Como acreditamos na história, registramos nossas recordações.

João Fucci e Marcelo Patti são nascidos em Taquaritinga/SP.

 

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Visitas na Patti Toys

As visitas dos amigos na Patti Toys são para guardar na memória.

Na sala do amigo Edilson com o BOEING 727 japonês.

Na sala do amigo Edilson com o BOEING 727 japonês.

 

Com o mais novo item da coleção, a réplica comemorativa da Limousine de 50 anos Estrela.

Com o mais novo item da coleção, a réplica comemorativa da Limousine de 50 anos Estrela.

 

Nem o amigo colecionador Luis Grama resiste em tirar uma foto com a Limousine Estrela.

Nem o amigo colecionador Luis Grama (Grama Toys) resiste em tirar uma foto com a Limousine da Estrela.

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