Programa “Brinquedo de Gente Grande” – Episódio 03 – Feira do Bixiga

Prestigiem o terceiro programa “Brinquedo de Gente Grande” (direção Arthur Bandeira), visitando a feira de antiguidades no bairro do Bixiga em São Paulo.

Não se esqueçam de curtir e compartilhar, caso se emocionem, ficaremos contentes.

 

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Programa “Brinquedo de Gente Grande” – Entrevista com Celestino Teixeira

Prestigiem a segunda entrevista do programa “Brinquedo de Gente Grande” (direção Arthur Bandeira), com o colecionador Celestino Teixeira da cidade do Rio de Janeiro.

Não se esqueçam de curtir e compartilhar, caso se emocionem, ficaremos contentes.

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Marcelo Patti: há 25 anos levando a sério a “criança” que existe dentro de nós.

Por Jorge Ventura

Muito já se leu e se escreveu sobre a história do colecionismo no Brasil e no mundo. Convém sublinhar, portanto, caro leitor (a), que, neste artigo, devo destacar o trabalho daquele que faz do colecionismo uma história de vida a ser contada.

Mesmo para os não-aficionados, é sabido que desde os anos 1980, o colecionista (ou popularmente conhecido como colecionador) vem assumindo um papel de suma importância na preservação da memória artístico-cultural do país.

Ainda que distante do merecido reconhecimento, como nos EUA e na Europa – onde se encontram catálogos especializados, álbuns, cadernos, guias, além de espaços destinados à exposição de peças e artigos raros, como feiras, museus e salões de convenções – o colecionista brasileiro vem aos poucos tomando o seu lugar.

Vale lembrar que, invariavelmente, quando se ouve o verbo colecionar, associa-se logo ao ofício de montar e estudar coleções, a que temos, por exemplo, como tradicionais: selo (filatelia), arte (telas, esculturas, figurinos, mobílias, louças, vitrais e prataria), moedas (numismática), filmes, vídeos em diversos formatos, vinis, CDs, chaveiros, brasões, copos, latas, garrafas, cartões telefônicos (telecartofilia), materiais esportivos, promocionais e antiguidades gráficas (cartazes, pôsteres, rótulos, jornais, livros, revistas, postais, revistas em quadrinhos etc).

Mas no âmbito nacional, um segmento em ascensão é o de brinquedos e jogos antigos.

Artefatos que, historicamente, exercem fascínio não apenas sobre as crianças, como também os adultos. Segundo os pedagogos, além da função lúdica, podem ser usados no desenvolvimento e na educação da criança, estimulando sua capacidade de raciocínio e auxiliar, em casos de tratamento (ludoterapia), aquelas com problemas emocionais ou que apresentam distúrbios de comportamento ou baixo rendimento escolar.

E por que será que ainda despertam o interesse dos marmanjos? Carência afetiva? Infância perdida? Não creio. Por eu fazer parte deste rol de colecionistas, ouso a responder em nome deles: justamente por cultivarmos o amor a um passado feliz e termos vivido uma infância maravilhosa é que buscamos resgatar e/ou conservar a criança que existe dentro de nós.

E considerando os avanços gradativos, em que é nodal até a crescente participação da mulher, como colecionadora, chamo a atenção para a tarefa verdadeiramente hercúlea do profissional que torna possível o contato e o convívio de pessoas com outras pessoas, fomentando amizades e ampliando o círculo de relacionamento para a compra, a venda e a troca de objetos: o comerciante.

Atendo-me, especialmente, à trajetória do amigo Marcelo Patti, que acaba de completar 25 anos de carreira, dedicados, de modo ininterrupto, ao comércio de brinquedos antigos em geral.

De uma humildade não subserviente e sincera; coerente com suas ideias e ideais; e fiel aos seus princípios éticos; guarda em seu íntimo o “menino-sonhador”, de que tanto se orgulha. E não é para menos.  Sabe – também como colecionista – que o ato de colecionar brinquedos antigos mantém acesa a chama da infância. A mesma infância a que me referi. Aquela jamais esquecida, cultuada, atemporal e inexorável.  Com sensibilidade apurada, Patti rende-se muito mais a uma atividade de reminiscência.

O tema volta e meia é lembrado e celebrado em eventos e espetáculos. Em 2005, a exposição “A História dos Brinquedos”, de Flávio Pacheco, ganhou os saguões do CCBB (Centro Cultural do Banco do Brasil), no Rio e em São Paulo. Patti não fez por menos: realizou, no mesmo ano, no Bar do Thomás, em Taquaritinga, cidade do interior paulista, uma exposição exclusivamente com sua coleção; vindo a dividir espaço, em 2006, com Alfredo Galati; e, em 2007, com Alfredo Galati e Henrique Purgailis (Gepeto).

No Rio, a Expo/Feira itinerante que circula por diversos shoppings, organizada por Rogério Barbosa, vem atraindo, desde 2012, um grande número de curiosos, crianças e “crianças grandes”. No Carnaval de 2014, a escola de samba carioca Unidos da Ilha do Governador levou para a avenida o enredo “É brinquedo, é brincadeira; a Ilha vai levantar poeira”, agitando a plateia, que foi persuadida pelo universo encantado da imaginação.

E imaginação é o que não falta a Patti em sua história de dedicação. Conheci-o no ano de 1998, na Feira de Antiguidades do MASP, enquanto conversava com outro comerciante, Sérgio Campos. Na ocasião, fui apresentado a ele, e, pelo que sei, até hoje, nunca pisou em terras que não fossem prósperas. Sua conduta sempre foi correta e seu nome transformou-se em uma referência.

Formado em matemática, ex-professor, tendo largado o magistério para lançar-se à sorte no comércio de brinquedos antigos, encontrou, ainda que inconscientemente, o caminho do meio, o equilíbrio. Equilíbrio composto de atitude, razão e emoção. Tríade de vida aliada à coragem e ao coração, que, tendo as mesmas raízes, significam quase a mesma coisa.

Sereno e bastante educado, tem o dom de agregar pessoas e até mesmo de aglutinar os pensamentos mais díspares, em função de algo maior: a paixão por brinquedos.

Outra faceta deste “menino-sonhador” é a de empreendedor. Chegou à Galeria Itapetininga de Brinquedos Antigos, no centro de São Paulo, em dezembro de 2001, convidado por Roberto Gregori. Àquela época, o ponto era divulgado pelo seu fundador, Gilberto Campos, grande especialista no assunto e considerado um dos pioneiros no ramo. O tempo passou e Patti conseguiu, com sua simplicidade e perseverança, conquistar a confiança dos próprios concorrentes e ampliar os horizontes, contribuindo para que o local se tornasse um point de sucesso.  Todos os que participaram do início da Galeria, direta ou indiretamente, deixaram escrita uma linda história.

A partir de 2003, então, passamos a estreitar a nossa relação amistosa e comercial. Tanto que ele marcou presença, em 2006, no lançamento do meu livro “Sock! Pow!Crash! – 40 Anos da série Batman da TV”, na Saraiva Mega Store do MorumbiShopping. E no ano seguinte, em retribuição ao meu convite, deu-me a oportunidade para um novo lançamento na Galeria. Com o seu carisma, provocou um encontro memorável entre amigos colecionistas, membros de fã-clubes e batmaníacos de carteirinha.

Jamais me esquecerei desta sua iniciativa e generosidade. E tenho certeza de que, ao longo dos anos, para além da esfera dos negócios e da admiração por brinquedos antigos, alicerçamos uma amizade, cada vez mais sólida, baseando-se, sobretudo, no respeito e na admiração mútua. Parabéns, Patti. Porque comemorar 25 anos de profissão não é brincadeira, na verdade, é o resultado de uma labuta diária, levada a sério, e motivo de muita honra.

Jorge Ventura é poeta, escritor, ator, jornalista e publicitário. Autor de “Turbilhão de Símbolos”, “Surreal Semelhante” e “Faca de Ponta, Fogo de Palha” (Poesia); e “Sock! Pow! Crash! – 40 Anos da série Batman da TV” (Estudo jornalístico).

 

Link direto para a matéria no Blog Koleções: http://blog.kolecoes.com.br/2014/03/marcelo-patti-ha-25-anos-levando-a-serio-a-crianca-que-existe-dentro-de-nos/

 

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Matéria do jornal Metrô News de 25/08/2012

A Patti Toys, de forma espontânea, disponibiliza o seu tempo e conhecimento para difundir o colecionismo nos meios de comunicação. Tarefa que na atualidade não é fácil, pois só a experiência e os mais de 25 anos da Patti Toys podem abranger o conhecimento vasto para atender os meios de comunicação quando solicitado.

O Jornal Metrô News convidou a Patti Toys para participar desta edição, contando um pouco de sua história e sobre colecionismo. Confira no link abaixo:

Jornal Metrô News

 

Link para ver a matéria: metronews-25-08-12

 

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